Por que os perfeccionistas não são bem-sucedidos

  • 22/06/2015
  • Liberdade Emocional
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Na entrevista de emprego perguntam qual é o seu maior defeito. A maioria dos candidatos tem a típica resposta na ponta da língua: “Ah, sou muito perfeccionista!” Engana-se quem acha que essa é uma estratégia que conta pontos a favor. Primeiro porque fica evidente a fuga à pergunta e, segundo, ser perfeccionista é, sim, um grave defeito.

 

Perfeccionistas não estão focados na perfeição, mas sim na imperfeição.

 

Eles são especialistas em detectar erros, falhas, desvios, faltas, incoerências, e por aí vai… É aquele cara que enxerga o copo meio vazio, e que acha que nunca está bom o suficiente. É claro, tudo é passível de ser melhorado, sempre. Infinitamente. E é justamente por isso que projetos extraordinários amarelam na gaveta e talentos brilhantes não saem da garagem.

 

É preciso diferenciar perfeição de excelência. Oportunidades incríveis são perdidas todos os dias por conta de pessoas que se limitam à qualidade. Sucesso não depende exclusivamente de qualidade. Sucesso envolve emoção, visão, criatividade e, principalmente, risco. Se tudo parece estar perfeito, então já passou da hora de agir. Pessoas de sucesso arriscam. Se você não se expõe a riscos, provavelmente tem uma vida mediana.

 

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Muito mais importante do que enxergar defeitos é reconhecer o potencial que já existe. Isso pode ser aplicado às coisas mais simples do seu dia a dia. Quando o seu celular trava, por exemplo, você é capaz de lembrar como é bom ter um aparelho tão pequeno que reúne tantas facilidades? O que antes era impensável, hoje nem sequer é contemplado! Só queremos mais e mais velocidade. Imagine se o criador do aparelho móvel esperasse alcançar a velocidade de acesso de hoje, para então lançar o produto? Imagine se o parâmetro de qualidade dele fosse o mesmo que o nosso de hoje. Certamente ainda estaríamos colocando fichas no orelhão.

 

A maioria das pessoas é especialista em detectar imperfeições. “A maçaneta precisa ser consertada; está faltando uma vírgula; o ônibus está atrasado; a lâmpada está queimada; o celular está sem bateria…” Poucos tem a capacidade de enxergar além da imperfeição e encontrar a beleza e a oportunidade que existe por trás dela. Para isso, em qualquer circunstância, pergunte-se: “E o que é que eu tenho?” Você vai descobrir oportunidades fantásticas para: um jantar à luz de velas, um tempo para meditar, abrir um livro, admirar a lua, conhecer alguém novo, etc.

 

O universo nos guarda tantas surpresas… Por isso haja enquanto é tempo! Desenvolva a sua habilidade de valorizar o presente, a realidade, aquilo que é. Aposte no que funciona, dê corda para as ideias mais primitivas, leve adiante aqueles rabiscos no guardanapo. Seja menos crítico. Agarre mais oportunidades. Faça mais elogios. Enraíze suas crenças na abundância, não na escassez. Não espere até concluir o curso, até acabar o ano, até o final da crise, até emagrecer, até se separar, ou até quando você tenha mais tempo. Comece hoje, da maneira que dá, e vá ajeitando no meio do caminho.

 

Te encontro lá na frente!

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3 Comments
Encaixou como uma luva!! Gratidão!!
Cleide
    Muito obrigada por fazer, em mim, o que nenhum médico ou medicação foi capaz de fazer, até hoje! Lendo o texto acima, imaginei... não seria capaz de viver ao lado de alguém assim!!! Mas, sou exatamente assim!
    chris sena
Eu tb tenho mto desse lado e trabalho pra amenizar ele. Entendo que isso pode limitar meu crescimento profissional. É importante se arriscar, permitir-se errar. Another great article sys!!!
Cristina

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